Palavra do Presidente

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Prezado(a),

Cheguei há poucas semanas à CELSE e a cada dia me sinto mais orgulhoso por estar à frente de um empreendimento de tal magnitude e importância para o país.

Conhecendo melhor a empresa, fica evidente que a CELSE é um exemplo a ser seguido, sob diversos aspectos: tecnológico, operacional, ambiental, social e de segurança. Resultado, por certo, da elevada capacitação e comprometimento dos nossos colaboradores e da alta qualificação das empresas parcerias.

O Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe, um belíssimo projeto idealizado e construído por arrojados acionistas, com investimentos na casa dos R$ 5 bilhões, representa um marco para o setor de energia brasileiro. Com capacidade instalada de 1.551 MW, a UTE Porto de Sergipe I é a maior termoelétrica a gás da América Latina, e uma das mais eficientes do mundo, capaz de contribuir de forma decisiva para a segurança energética do país.

Meu compromisso à frente da CELSE é de trabalharmos não somente na maior UTE a gás da América Latina, e uma das mais eficientes do mundo, mas construirmos também a mais segura, rentável e confiável termoelétrica do país, sempre pronta para produzir a energia que o Brasil vier a solicitar.

E não mediremos esforços para que o Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe, com seus projetos de expansão da geração e de fornecimento de gás a outras empresas, possa ser ainda mais transformacional para o desenvolvimento de Sergipe e região. 
Glauco Maximiano de Campos 
Diretor Presidente 
Barra dos Coqueiros, 28/06/2021
 

 

 
 

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O Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe I representa um marco importante para o setor de energia brasileiro. Com capacidade instalada de 1.551 MW, a maior termoelétrica a gás da América Latina contribuirá de forma decisiva para a segurança energética do país. A tecnologia utilizada, baseada em turbinas a gás de última geração, permitirá uma geração eficiente, de menor custo e de impacto ambiental reduzido. Instalada no Nordeste, onde a geração renovável representa uma parcela importante da matriz energética, a usina proverá o equilíbrio do sistema elétrico, permitindo uma melhor gestão da oferta e da demanda de energia na região.

Na implantação do empreendimento foram consideradas soluções tecnológicas capazes de minimizar os impactos socioambientais. A utilização de água do mar no processo de resfriamento da usina, por exemplo, evitará o uso de água doce, cujo destino prioritário deve ser o abastecimento da população. Outra vantagem é a utilização do GNL (gás natural liquefeito), uma opção muito mais limpa que o diesel, óleo e o carvão, usados hoje em diversas usinas termoelétricas instaladas no país, as emissões de gás carbônico são cerca de 90% menores que as das termoelétricas a diesel.

Vale lembrar que o investimento no Complexo Termoelétrico Porto de Sergipe I é o maior já realizado pela iniciativa privada no Estado. Os recursos aportados, da ordem de R$ 5 bilhões, são oriundos dos acionistas EBRASIL e Golar Power e de instituições financeiras internacionais, ou seja, não foram ocupadas as linhas de crédito brasileiras. 

A geração de impostos, não só na construção como também na operação, beneficiará a região. As oportunidades de trabalho geradas, especialmente na fase de obras, foram prioritariamente ocupadas por sergipanos. Diversas empresas locais foram contratadas para prestação de serviços. 

A CELSE, de forma voluntária, investiu na recuperação de prédios públicos de grande valor arquitetônico e cultural. Em Aracaju, Arquivo Público, Biblioteca Epifânio Doria e Teatro Tobias Barreto foram recuperados e entregues à sociedade sergipana. Em Barra dos Coqueiros foram realizadas obras de urbanização, recuperação de espaços públicos e construção de escolas.

Mas o Complexo não deve ser considerado apenas como um projeto isolado de geração de energia: há que se pensar em Barra dos Coqueiros como um polo de gás. Isso inclui não só o nosso projeto de expansão da geração, mas outros que poderão ter grande impacto, uma vez que o complexo pode prover serviços de regaseificação para terceiros que necessitarem de gás como insumo. Há uma série de projetos que se viabilizam a partir da existência do gás na região, não só em forma gasosa como na forma líquida.

Reconhecemos o apoio que recebemos da sociedade sergipana e nos sentimos felizes por fazer parte da história que está sendo construída.
Pedro Litsek 
Diretor Presidente 
Barra dos Coqueiros, 03/03/2020